A greve dos motoristas e cobradores de ônibus de Natal, que em curso desde a segunda-feira (23), tem data para acabar. Os trabalhadores vão retornar ao trabalho já na quinta-feira (26). Mesmo sem terem chegado a um acordo com o Seturn durante reunião no Tribunal Regional do Trabalho, que terminou no início da tarde desta quarta-feira (25), os rodoviários concordaram em retomar as atividades.
Aldair DantasNegociação entre rodoviários e empresários vai continuar até o dia 8 de junho, quando terão nova reunião
Reivindicando, entre outras coisas, reajuste salarial e alteração nos valores repassados referentes ao vale transporte, os rodoviários não ouviram do Seturn a proposta que queriam. Apesar disso, o desembargador do TRT José Rêgo Júnior sugeriu que os trabalhadores retornassem ao serviço, uma vez que os empresários se comprometeram a negociar com a categoria.
Os rodoviários e os empresários terão reuniões constantes até o dia 8 de junho, quando ocorrerá nova reunião no TRT para que haja o acerto sobre situação dos profissionais. Os empregados, no entanto, não descartam nova paralisação caso as partes não cheguem ao acordo.
Você sabe o que é uma imagem? Ou você acha que sabe tudo sobre a construção da imagem? Será que a imagem se resume a uma pose fazendo "bico ou caras e bocas" para por no orkut? O que a imagem mostra?
Bom, se você percebe que existe diversos aspectos envolvidos na construção de uma imagem e quer aprender mais, então você dever participar dessa oficina!
Na próxima sexta dia 13 de maio, ocorrerá a 3ª Oficina de Imagem Pibid Ciências Sociais no turno vespertino, às 15:50h na sala de vídeo da escola, a oficina será ministrada pelo professor da UFRN Gilmar Santana, juntamente com o professor de sociologia Augusto César e os bolsistas do Pibid. Os alunos de sociologia do turno vespertino da escola terão a oportunidade de aprender aspectos da construção da imagem (fotografia, pintura ou de um vídeo).
Na quinta feira, 31 de março de 2011, no turno vespertino foi realizada a 2ª Oficina de Imagem PIBID-CIÊNCIAS SOCIAIS. A oficina foi realizada pelo prof. coordenador Gilmar Santana (UFRN), pelo prof. supervisor Augusto César (Esc. Est. Prof. Anísio Teixeira) e pelos alunos da UFRN, os alunos da escola participaram da oficina conhecendo determinados aspectos sobre a construção da imagem.
Reunião: Escola (Direção, Professores e Servidores )e pais de alunos.
Genúbia(vice diretora), Célia(diretora) e professores, supervisores e coordenadoras.
Ocorreu no sábado, dia 26 de março de 2011, reunião pela manhã (com os pais dos alunos do turno matutino) e durante a tarde (com os pais e alunos dos turnos vespertino e noturno). Na reunião foram apresentados os professores e servidores, de acordo com o seu respectivo turno, a direção explicou e tirou dúvidas sobre a escola e sua estrutura, fardamentos e programas que a escola participa.
Pais de alunos
No turno da tarde, além das apresentações já citadas anteriormente, os pais também assistiram a professora Mércia explicando o funcionamento do programa Mais Educação, a coordenadora Socorro Melo descreveu o programa Ensino Médio Inovador.
" Só existirá democracia no Brasil no dia em que se montar no país a máquina de preparar democracias. Essa máquina é a da escola pública." (Anísio Teixeira)
“Democracia, essencialmente, é o modo de vida social em que cada indivíduo conta como uma pessoa”
Anísio Spínola Teixeira nasceu em 12 de julho de 1900 em Caetité (BA). Filho de fazendeiro, estudou em colégios de jesuítas na Bahia e cursou direito no Rio de Janeiro. Diplomou-se em 1922 e em 1924 já era inspetor-geral do Ensino na Bahia. Viajando pela Europa em 1925, observou os sistemas de ensino da Espanha, Bélgica, Itália e França e com o mesmo objetivo fez duas viagens aos Estados Unidos entre1927 e 1929. De volta ao Brasil, foi nomeado diretor de Instrução Pública do Rio de Janeiro, onde criou entre 1931 e 1935 uma rede municipal de ensino que ia da escola primária à universidade. Perseguido pela ditadura Vargas, demitiu-se do cargo em 1936 e regressou à Bahia – onde assumiu a pasta da Educação em 1947. Sua atuação à frente do Instituto Nacional de Estudos Pedagógicos a partir de 1952, valorizando a pesquisa educacional no país, chegou a ser considerada tão significativa quanto a Semana da Arte Moderna ou a fundação da Universidade de São Paulo. Com a instauração do governo militar em 1964, deixou o instituto – que hoje leva seu nome – e foi lecionar em universidades americanas, de onde voltou em 1965 para continuar atuando como membro do Conselho Federal de Educação. Morreu no Rio de Janeiro em março de 1971.
Considerado o principal idealizador das grandes mudanças que marcaram a educação brasileira no século 20, Anísio Teixeira foi pioneiro na implantação de escolas públicas de todos os níveis, que refletiam seu objetivo de oferecer educação gratuita para todos. Como teórico da educação, Anísio não se preocupava em defender apenas suas idéias. Muitas delas eram inspiradas na filosofia de John Dewey (1852-1952), de quem foi aluno ao fazer um curso de pós-graduação nos Estados Unidos.
Dewey considerava a educação uma constante reconstrução da experiência. Foi esse pragmatismo, observa a professora Maria Cristina Leal, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, que impulsionou Anísio a se projetar para além do papel de gestor das reformas educacionais e atuar também como filósofo da educação. A marca do pensador Anísio era uma atitude de inquietação permanente diante dos fatos, considerando a verdade não como algo definitivo, mas que se busca continuamente. Para o pragmatismo, o mundo em transformação requer um novo tipo de homem consciente e bem preparado para resolver seus próprios problemas acompanhando a tríplice revolução da vida atual: intelectual, pelo incremento das ciências; industrial, pela tecnologia; e social, pela democracia. Essa concepção exige, segundo Anísio, “uma educação em mudança permanente, em permanente reconstrução”.
Educação como meta política
Nos anos 1920, com a crescente industrialização e a urbanização em todo o mundo, a necessidade de preparar o país para o desenvolvimento levou um grupo de intelectuais brasileiros a se interessar pela educação – vista como elemento central para remodelar o país. Os novos teóricos viam num sistema estatal de ensino livre e aberto o único meio efetivo de combate às desigualdades sociais. Esse movimento chamado de Escola Nova ganhou força nos anos 1930, principalmente após a divulgação, em 1932, do Manifesto da Escola Nova. O documento pregava a universalização da escola pública, laica e gratuita. Entre os nomes de vanguarda que o assinaram estavam, além de Anísio Teixeira, Fernando de Azevedo (1894-1974), que aplicou a sociologia à educação e reformou o ensino em São Paulo nos anos 1930, o professor Lourenço Filho (1897-1970) e a poetisa Cecília Meireles (1901-1964). A atuação desses pioneiros se estendeu por décadas, muitas vezes criticada pelos defensores da escola particular e religiosa. Mas eles ampliaram sua atuação e influenciaram uma nova geração de educadores como Darcy Ribeiro (1922-1997) e Florestan Fernandes (1920-1995). Anísio foi mentor de duas universidades: a do Distrito Federal, no Rio de Janeiro, desmembrada pela ditadura de Getúlio Vargas, e a de Brasília, da qual era reitor quando do golpe militar de 1964.(Fonte: http://educarparacrescer.abril.com.br/aprendizagem/anisio-teixeira-306977.shtml?page=page1)
Didática da ação
As novas responsabilidades da escola eram, portanto, educar em vez de instruir; formar homens livres em vez de homens dóceis; preparar para um futuro incerto em vez de transmitir um passado claro; e ensinar a viver com mais inteligência, mais tolerância e mais felicidade. Para isso, seria preciso reformar a escola, começando por dar a ela uma nova visão da psicologia infantil.
O próprio ato de aprender, dizia Anísio, durante muito tempo significou simples memorização; depois seu sentido passou a incluir a compreensão e a expressão do que fora ensinado; por último, envolveu algo mais: ganhar um modo de agir. Só aprendemos quando assimilamos uma coisa de tal jeito que, chegado o momento oportuno, sabemos agir de acordo com o aprendido.
Para o pensador, não se aprendem apenas idéias ou fatos mas também atitudes, ideais e senso crítico – desde que a escola disponha de condições para exercitá-los. Assim, uma criança só pode praticar a bondade em uma escola onde haja condições reais para desenvolver o sentimento. A nova psicologia da aprendizagem obriga a escola a se transformar num local onde se vive e não em um centro preparatório para a vida. Como não aprendemos tudo o que praticamos, e sim aquilo que nos dá satisfação, o interesse do aluno deve orientar o que ele vai aprender. Portanto, é preciso que ele escolha suas atividades.
Por tudo isso, na escola progressiva as matérias escolares – Matemática, Ciências, Artes etc. – são trabalhadas dentro de uma atividade escolhida e projetada pelos alunos, fornecendo a eles formas de desenvolver sua personalidade no meio em que vivem. Nesse tipo de escola, estudo é o esforço para resolver um problema ou executar um projeto, e ensinar é guiar o aluno em uma atividade.(Fonte: http://educarparacrescer.abril.com.br/aprendizagem/anisio-teixeira-306977.shtml?page=page2 )
A escola pública e integral como solução
A Escola Parque de Salvador, em 1950: projeto
piloto de ensino integral.
Para ser eficiente, dizia Anísio, a escola pública para todos deve ser de tempo integral para professores e alunos, como a Escola Parque por ele fundada em 1950 em Salvador, que mais tarde inspiraria os Centros Integrados de Educação Pública (Cieps) do Rio de Janeiro e as demais propostas de escolas de tempo integral que se sucederam. Cuidando desde a higiene e saúde da criança até sua preparação para a cidadania, essa escola é apontada como solução para a educação primária no livro Educação Não É Privilégio. Além de integral, pública, laica e obrigatória, ela deveria ser também municipalizada, para atender aos interesses de cada comunidade. O ensino público deveria ser articulado numa rede até a universidade. Anísio propôs ainda a criação de fundos financeiros para a educação, mas, mesmo com o atual Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), os recursos são insuficientes para sustentar esse modelo de escola.(Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/historia/pratica-pedagogica/anisio-teixeira-428158.shtml?page=2 )